É comum hesitar antes de marcar uma consulta com psiquiatra. Muitas pessoas se perguntam se o que sentem “justifica” procurar ajuda especializada ou se vai passar com o tempo. Este texto foi escrito para ajudar você a refletir sobre esse momento, com informação clara e sem alarmismo.
Aqui você vai entender, em linhas gerais, quando faz sentido considerar uma avaliação psiquiátrica em Londrina, como é a primeira consulta com a Dra. Suzana Guariente e por que esse passo costuma ser um ato de cuidado, não de fraqueza. O atendimento é particular, presencial em Londrina (PR) e por teleconsulta para pacientes de todo o Brasil.
O que é uma avaliação psiquiátrica
A avaliação psiquiátrica é uma consulta médica voltada a compreender, de forma ampla, como a pessoa está do ponto de vista emocional, cognitivo e comportamental. Não é um teste, uma entrevista rígida ou um juiz: é um espaço de escuta cuidadosa, em que se considera o momento de vida, a história pessoal e familiar e a saúde geral.
Ao final, o psiquiatra organiza hipóteses diagnósticas — sempre individualizadas — com base em critérios reconhecidos, como os da CID-11 (Organização Mundial da Saúde) e do DSM-5-TR. A partir disso, constrói, junto com o paciente, um plano de cuidado.
Sinais que ajudam a reconhecer o momento
Não existe um sintoma “obrigatório” para procurar avaliação psiquiátrica. Em geral, vale considerar quando incomoda persistente começa a afetar de forma relevante a rotina. Os pontos abaixo são orientativos e não substituem consulta médica.
- Tristeza, desinteresse ou desesperança que se mantêm por mais de duas a três semanas.
- Ansiedade persistente, preocupações que não cessam, sensação de estar sempre em alerta.
- Crises de medo intenso, com taquicardia, falta de ar ou sensação de perda de controle.
- Alterações importantes do sono e do apetite (para mais ou para menos).
- Oscilações de humor que parecem desproporcionais ao contexto.
- Dificuldade de concentração, queda de rendimento, esquecimentos frequentes.
- Sentimentos persistentes de culpa, vergonha ou de “estar quebrado(a) por dentro”.
- Uso de álcool ou outras substâncias para “dar conta” do dia a dia.
- Impacto importante no trabalho, nos estudos ou nas relações próximas.
Procurar uma avaliação psiquiátrica não é “exagero”. É olhar com seriedade para algo que está incomodando — cedo, e não tarde.
Quando a busca por ajuda deve ser imediata
Algumas situações exigem atenção sem espera por uma consulta agendada:
- Pensamentos de morte ou de se machucar.
- Planos específicos para se machucar ou ferir outras pessoas.
- Sintomas que comprometem gravemente o autocuidado, como não conseguir se alimentar, dormir ou se levantar.
- Sensação aguda de perda de contato com a realidade.
Nesses casos, procure ajuda imediatamente nos serviços listados ao final deste artigo, no bloco “Onde buscar ajuda em momentos de crise”.
Quais quadros podem ser avaliados
Transtornos de humor
Incluem, entre outros, a depressão maior, o transtorno depressivo persistente e os transtornos bipolares. Têm em comum alterações persistentes do humor, da energia e da percepção de si.
Transtornos de ansiedade
Englobam o transtorno de ansiedade generalizada, o transtorno do pânico, a fobia social e outras condições em que o sistema de alerta funciona de forma exagerada.
Outros quadros frequentemente avaliados
Quadros relacionados ao sono, ao TDAH em adultos, ao estresse pós-traumático e a dificuldades de regulação emocional também podem ser avaliados pela psiquiatria, sempre de forma individualizada.
Como funciona a primeira consulta com a Dra. Suzana Guariente
A primeira consulta costuma durar de 50 a 60 minutos. É conduzida com calma, em ambiente sigiloso, presencial em Londrina ou por teleconsulta.
- Escuta inicial: você conta o que está sentindo, no seu ritmo.
- Anamnese detalhada: história dos sintomas, histórico médico e familiar, contexto de vida.
- Avaliação do estado mental: humor, ansiedade, sono, energia, pensamento e fatores de risco.
- Conversa sobre hipóteses e plano de cuidado: de forma transparente, com espaço para suas dúvidas.
O plano de cuidado pode envolver psicoterapia, hábitos de sono, atividade física, ajustes de rotina e, quando indicado, tratamento medicamentoso. Decisões sobre uso de medicamentos são sempre tomadas dentro da consulta, de forma individual; este texto não orienta uso, escolha ou dose de medicações.
O que levar para a consulta
- Lista de medicações em uso (incluindo as de outras especialidades) e suplementos.
- Exames recentes relevantes, se houver.
- Resumo, mesmo simples, da história dos sintomas e do que você já tentou.
- Dúvidas que gostaria de fazer.
Atendimento presencial em Londrina e teleconsulta
Você pode optar entre a consulta presencial em Londrina ou a teleconsulta, conforme a sua disponibilidade e o quadro clínico. A teleconsulta segue as normas vigentes do Conselho Federal de Medicina sobre telemedicina e é realizada em plataforma sigilosa.
Onde buscar ajuda em momentos de crise
Se você ou alguém próximo estiver passando por sofrimento intenso, com pensamentos de desesperança ou ideias de morte, procure ajuda imediatamente:
- CVV — Centro de Valorização da Vida: ligação gratuita pelo número 188, 24 horas por dia.
- SAMU 192 ou unidade de emergência mais próxima.
Em situações de risco, não aguarde uma consulta agendada: procure atendimento de urgência.
Próximo passo
Se ao longo da leitura você reconheceu sinais do seu momento atual, considere agendar uma consulta com a Dra. Suzana Guariente para uma avaliação individual, presencial em Londrina ou por teleconsulta. Cada história é única e o cuidado é construído caso a caso.
Este conteúdo tem finalidade exclusivamente educativa e não substitui consulta médica. Diagnóstico e tratamento devem ser sempre individualizados, em avaliação presencial ou por teleconsulta com profissional habilitado.